Domingo, 20 de Setembro de 2009

Publicado no Diário Ateísta

Privilégios da Igreja Católica

F. Fernandes | 20 September, 2009

 

A constante “colaboração com o Estado“, de que a Igreja Católica se serve para surripiar dinheiro aos contribuintes através de subvenções económicas, - para o culto e para o clero, centros de ensino nomeadamente universidades, construção e conservação de edifícios, entre outras onerosas minudências, a par da atribuição de competências para o ensino em escolas públicas com diplomas e habilitações só por eles reconhecidos; fazem da Igreja um parceiro lesivo para a sociedade e o próprio Estado.
As manobras para converter o ensino da Catequese nas escolas públicas (disfarçada de Religião e Moral), num procedimento favorável à Igreja, financiada com impostos dos contribuintes, constituem uma afronta e um desafio inadmissíveis em democracia. A estes privilégios, essenciais para a hegemonia da Igreja Católica, - económico e competências, - há a acrescentar o privilégio de que esta goza na oficialização dos símbolos eclesiásticos, - festas religiosas, festas militares, hospitais, variadíssimas manifestações de culto público etc. - E ainda o facto de usufruir de uma presença privilegiada e cada vez mais acentuada dos seus ministros e sua clientela nos meios de comunicação social públicos.
Na realidade os privilégios têm aumentando de modo surpreendente e até provocatório, a coberto da chamada lei da “liberdade religiosa“, que mais não é do que uma forma de dilatar a supremacia do “Ideal Católico” no espaço público. O enorme financiamento de que usufruem as escolas e centros docentes, acumulado com as enormes isenções fiscais de que a Igreja continua a gozar, discriminando injustamente os demais cidadãos, individual e colectivamente, é um insulto e uma provocação, pois fica posta em causa a “obrigação” do princípio não-confessional do Estado, espírito este, fiel ao Laicismo, que é o suporte indispensável numa sociedade democrática e pluralista.
Enquanto a Igreja Católica busca aumentar insaciavelmente, subvenções económicas através do Estado, as demais confissões religiosas usam exclusivamente as ofertas dos seus fiéis. Porque insiste a Igreja Católica em não seguir o bom exemplo das suas congéneres? A Igreja está moralmente obrigada a publicar as suas contas, um balanço completo e detalhado da exorbitante ajuda económica que recebe, e que procede dos contribuintes independentemente da ideologia destes. A grande questão é que o dinheiro que recebe do Estado, não representa nem de longe a expressão da fé dos portugueses (contribuintes). Para confirmar o que escrevo basta consultar e ver que só aproximadamente 20% dos portugueses, decide entregar à Igreja a sua cota contributiva colocando o X na casa correspondente na declaração de IRS. Mas a Igreja Católica, obriga os outros 80% da população que não concorda, a contribuir para o seu financiamento através do Estado
Uma Igreja habituada a impor por todos os meios a sua Ideologia em todas as esferas da vida pública e privada, constitui um poder e por conseguinte uma ameaça que tem que ser condicionada pelo Estado, para protecção desse mesmo Estado. A Igreja Católica está cada vez mais perigosa - Politicamente falando. O erro deste governo foi começar com cedências, subvalorizando a força estrutural e a capacidade de reacção política do Clero.
O Estado Português não tem religião oficial, - Ponto final. O Estado não pode obrigar os cidadãos deste país a financiar esta ou qualquer outra religião em particular.
publicado por leituras azedas às 02:48
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Domingo, 13 de Setembro de 2009

Lá vai a minha azedura

Adorei Manuela Leite dilacerando a própria mente. Os neurónios de há alguns anos atrás morreram pelo que ouvi ontem no debate Sócrates x Manuela.

Será que algum dia vou esquecer quantos buracos tive de apertar no cinto quando ela foi ministra das finanças? Ficou tal período tão gravado na minha cachola que não há jeito de esquecer. Nem quero. Por isso mesmo eu não a quero a governar. Não gosto do seu estilo, não gosto das surpresas desagradáveis. Mal por mal, prefiro de longe o governo actual. Mais dinâmico, mais virado para o futuro e menos pactuante com os profissionais da fé.

A minha geração foi lesada em prol das gerações mais novas. Visão futurista com apostas permanentes no desenvolvimento intelectual. Basta de saias rodadas com folhinhos a impedir o avanço deste país.

Lógico que este governo não faz tudo à minha medida nem ao meu gosto. Mas algum faria ou fará? Não. Nem peço.

Com a força acérrima de outros deputados de esquerda foram feitas leis que apenas tardaram por não terem sido feitas há mais de 50 anos atrás.

Lei do divórcio. Lei da despenalização do aborto. Maior ajuda a quem precisa. Isenção de pagamento de medicamentos a quem ganha pouco e se encontra em idade avançada. Maior responsabilidade e qualidade no SNS.

Os nossos direitistas continuam agarrados aos interesses económicos do capitalismo que tudo quer ter na mão. Tipo USA, onde tudo é privado, até a morte dos desprotegidos que morrem em privado debaixo das pontes porque os grandes economistas acham que só o sector privado é competente e bom. É bom porque dá lucro.

Lembrei-me agora de uma coisa que caiu no esquecimento dos portugueses otários:

A Igreja quis um canal de televisão e usou de todas as manhas conhecidas para o conseguir.

Ludibriou as autoridades alegando que era fundamental para a divulgação dos valores cristãos.

Ludibriou os cristãos sacando-lhes a massa para a abertura do canal tão necessário.

Levou pouco tempo para saberem que aquilo era um monte de prejuízo e que nem falta lhes fazia pois continuariam a ter as benesses da TV pública do estado laico sem terem de desembolsar o cacau.

Vai daí, venderam. E que dinheiro devolveram aos que contribuíram? Nada. Lindo!!!!! Abarbataram-se com o carcanhol e nem edifícios sociais construíram com o dinheirão.

É de gente com esta mentalidade que eu não desejo a este país.

Em Coimbra, nasceu um projecto de grande necessidade, A Ponte Europa. Foi financiada com dinheiro dos impostos dos cidadãos europeus. A obra cresceu, a dada altura parou, (acho que detectaram defeitos de projecto e ao que ouvi também, faltou o graveto). Vai daí, entra um novo Presidente de Câmara, pessoa muito dedicada aos altares. E resolveu por instinto. Mudou o nome da ponte em favor da digníssima Rainha Santa Isabel (principal financiadora do projecto). Mesmo assim tivemos muita sorte porque não se lembrou de a meio a alargar uns metros para construir mais uma igreja que tanta falta nos faz para ganhar o pão-nosso de cada dia. Para mim e para muitos outros, continuamos a chamar-lhe Ponte Europa.

Haja respeito.

publicado por leituras azedas às 14:51
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UMA BOA NOTÍCIA

Nasceu a Associação Portal Ateu – Movimento Ateísta Português

Foi constituída este sábado (12 de Setembro de  2009) a associação Portal Ateu – Movimento Ateísta Português (PAMAP).

A PAMAP é uma associação sem fins lucrativos, com sede em Lisboa, que tem como objectivos a divulgação do ateísmo, promoção do racionalismo, humanismo e naturalismo, defesa da laicidade e secularismo do Estado, anulação da influência da superstição e do sobrenatural na sociedade, dinamização de debates, colóquios e outras formas de discutir a não-crença, assim como a gestão de conteúdos online, nomeadamente do sítio Portal Ateu (www.portalateu.com), principal órgão de comunicação da PAMAP, que conta já com mais de 200.000 visitas e tem sido o principal veículo para a divulgação do ateísmo em português.

Este é o culminar de um longo processo levado a cabo pela equipa do Portal Ateu que sente a responsabilidade de ter que ir mais longe, oficializando, desta forma, as suas intenções e acções e que, face ao apoio inequívoco dos seus leitores, pretende dar voz a todos aqueles que são solidários com os nossos objectivos.

Sem dogmas e sem santos, abrimos as portas a todos os que a nós se queiram associar no alcançar dos nossos objectivos para que, em conjunto, possamos contribuir para a construção de uma sociedade mais justa, moderna, eficiente e feliz. Nesse sentido, será disponibilizada nos próximos dias uma ficha de pré-inscrição online.

A PAMAP pode ser contactada através do seu sítio em www.portalateu.com ou pelo email pamap@portalateu.com.

 

publicado por leituras azedas às 01:40
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Sábado, 12 de Setembro de 2009

Ao meu amigo búlgaro Andro Akirkov

 

 

 

 

 

 

Pela belíssima voz e sentimento de interpretação, resolvi postar Cry me a River cantada por ele. Ouçam e ficarão encantados.

Grande abraço Andro

 

publicado por leituras azedas às 02:40
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Portugueses desenvolvem novas técnicas de restauro dentário

Investigadores Faculdade de Ciências e Tecnologia da UC apresentam resultados de estudo

2009-09-08
 
Um estudo realizado pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (FCTUC) descobriu novas técnicas para suportar o desenvolvimento de novos materiais de restauro dentário mais resistentes e duráveis, anunciou hoje a instituição.

Amílcar Ramalho, coordenador da equipa de investigadores, disse à agência Lusa que foi possível desenvolver técnicas inexistentes em Portugal que “permitem testar e validar novos materiais mais resistentes, mais duráveis e menos sensíveis à variação da temperatura da boca, que é um dos problemas dos compósitos actuais”.

“Este estudo é essencial para o desenvolvimento de materiais que durem o máximo possível, disponibilizando técnicas para que outros investigadores possam desenvolver os materiais que chegarão chegar às nossas bocas”, referiu o professor da FCTUC.

Os investigadores realizaram estudos in vitro e in vivo, analisaram o efeito do envelhecimento dos materiais ao longo do tempo e acompanharam a evolução da deterioração ao longo de três anos.

Segundo uma nota da FCTUC, “ao desenvolver métodos de ensaios para a caracterização física e mecânica dos materiais adaptados aos mecanismos que ocorrem na boca (variação de Ph, temperatura, carga mecânica, etc), que até aqui não existiam, fornecemos o know-how necessário para suportar o desenvolvimento de compósitos mais resistentes e com implicações positivas para os utentes”.

O estudo, que demorou cinco anos até ficar concluído, envolveu três investigadores seniores das áreas das engenharias mecânica, química e medicina dentária, para além de mais de uma dezena de alunos de doutoramento e mestrado.

Resumo do projecto e autores: Estudo dos modos de degradação de materiais para restauração directa de dentes posteriores: Estudos in vitro e in vivo
Extraído do site Ciência Hoje
publicado por leituras azedas às 02:10
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Esta é para o meu amigo Prof. João Portelinha - Angolano/Brasileiro

Pelo facto de ele ser admirador por excelência do nosso Boaventura Sousa Santos, aqui vai uma notícia que lhe agradará.

 

Aquele abraço João

 

Alunos de doutoramento reúnem-se em Coimbra para discutir investigações em curso na instituição

 

http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=34777&op=all#cont

publicado por leituras azedas às 01:59
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Ciência em Portugal

Esta juventude está imparável:

 

Ler aqui: http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=34841&op=all#cont

 

 

publicado por leituras azedas às 01:55
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Sexta-feira, 11 de Setembro de 2009

Frase

«Ninguém é tão ignorante que não tenha algo a ensinar.

Ninguém é tão sábio que não tenha algo a aprender»

Pascal

 

(extraído do Citador)

publicado por leituras azedas às 13:49
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Análise Azeda

Analisando superficialmente a relação entre Igreja e crente, cheguei à conclusão de que o crente só é rentável à igreja em muito poucas situações. Senão, vejamos:

Dá lucro quando é batizado; quando é casado e quando é sepultado.
Estas são as três regras básicas do negócio e para que isso aconteça, a ICAR dita as suas leis.
1ª - Não ao aborto = menos um batizado.
2ª - Sim ao casamento católico = mais uma receita isenta de imposto.
3ª - Não ao divórcio = desavenças fortes podem ter um final trágico com mortes = Lucro com o funeral.
Existe raciocínio mais lógico?
publicado por leituras azedas às 02:45
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A POLÍTICA DO ‘’PORQUINHO’’

(Artigo de opinião de uma leitora do Diário as Beiras do dia 5 de Setembro). Depois a minha opinião azeda.

 

Pois é. Devemos começar cedo se quisermos conseguir. Mas conseguir o quê? Aqui é que está o busílis da questão. Conseguir ter um aforro que permita encarar o futuro com uma prudente tranquilidade.
Assim, alguém se lembrou de ‘’porquinho’’ e vai daí resolveu atribuir a cada criancinha que nasça uma quantia, a que eu dada a crise, chamo simbólica.
À nascença as criancinhas dispõem de uma ‘’Conta Poupança Futuro’’ (creio que se chama pomposamente, assim). Mas com a longevidade a impor-se, tetravô também contribuiu para o pecúlio e mais o trisavô, a bisavó, a madrinha, etc. Deste modo o dito pecúlio foi enchendo o ‘’porquinho’’.
E mais. Todos os meses a ‘’choruda’’ importância do abono de família vai para o ‘’porquinho’’. E como a cena se repete até aos dezoito anos, ao chegar lá, o beneficiário - titular tem uma quantia apreciável. Com dezoitos anos a primeira coisa que lhe apetece fazer é comprar uma moto de alta cilindrada…
Mas eu não estou contra-poupar, sem avareza, é uma virtude, mesmo que não seja em tempo de crise. O que me surpreende é a falta de coerência. Parece que o detentor da ideia do ‘’porquinho’’ é um acérrimo defensor das criancinhas, mas só parece, porque por outro lado o seu pensamento é destrutivo em relação a elas.
Vejamos: defende o aborto – assim não há ‘’porquinho’’ para muitos; defende o divórcio – assim, como a destruição da família não há contribuição dos diferentes parentes; defende os casamentos homossexuais – assim, os dois papás ou as suas mamãs que a criancinha têm, não se entendem; defende a eutanásia – assim. Matando os parentes idosos, lá deixa de entrar no ‘’porquinho’’ a quantia que eu preconizei; defende o testamento vital que não senão substitui a morte, que é uma acontecimento numa decisão – cada um escolhe como quer e quando quer morrer (!); neste caso só falta escolher também o modelo de funeral a agência funerária. Por estas razoes, eu ri-me baixinho, para não incomodar os vizinhos, quando um dia deste ouvir o autor, da ideia da Conta Poupança, defender a sua ideia, com o ar mais cândido que se possa imaginar e com ar de quem convence. Mas convence mesmo, só que são sempre os que já estão de antemão, convencidos…
Opinião de Maria Fernanda Barroca no Jornal as Beiras de 5 de Setembro de 2005 “Coimbra”
 
E agora o meu azedume
Cada um tem o direito de expressar os seus pontos de vista.
Nesta história do Porquinho pareceu-me pouco provável que a opinião azeda fosse contra a política do mealheiro a contar da data do nascimento.
Honestamente, não acho necessidade de uma conta poupança para uma criaturinha que acaba de nascer. E porque não estou de acordo? Porque em tenra idade o meu pai também me fez o mesmo com uma caderneta da Caixa Geral de Depósitos. Ele não era rico e as migalhas que lá caíram não chegaram para comprar um maço de cigarros no tempo que ainda eram mais ou menos baratos.
Nunca vi a cor desse dinheiro. Vi uns anos mais tarde uma caderneta com o meu nome e uns míseros escudos sem valor para nada.
Aquela coisa denominada INFLAÇÃO, comeu tudo e mais alguma coisa.
Melhor o meu pai me tivesse comprado uns brinquedinhos e eu teria sentido alguma felicidade. Como não comprou, o resultado foi nulo e prejudicial para ele. Lucrou a CGD com os tostões do meu pai e de outros que seguiram as mesmas pisadas.
Pelo que lemos por aí abaixo, o preconceito é alargado a outras áreas que tocam as mentes do passado século onde a defesa da família antiga era cheia de valores. Talvez valores bolsistas em queda livre.
A minha idade viu durante anos e anos a felicidade exterior de muitas famílias acorrentadas aos velhos costumes: Sofrer em silêncio.
Famílias de bem onde os homens tinham privilégios e as mulheres tinham deveres. Entrarem em locais onde os homens destapavam a cabeça e as mulheres as tapavam (com os véus). Um costume que no oriente ainda se usa. A minha avó já me contava coisas absurdas sobre as crianças que eram abandonadas por vários motivos: Para que a sociedade não soubesse que a menina TAL tinha engravidado antes do casamento; porque a mãe solteira era pobre e abandonada pelo engravidador bem de vida; porque o filho nascido não tinha sido desejado e abortar era um crime.
Esta era a noção da dignidade, do respeito e era tida em conta pela grande maioria da população assistente com lugar cativo nas igrejas habituais.
Ela é contra o casamento entre homossexuais. Também sou. E sou porquê? Porque para se viver um amor não é necessário assinar nenhum contrato. Até pelo que tenho visto, quando essas pessoas resolvem passar ao papel essa união, já estão fartas de fazerem vida a dois. Depois, desculpem-me se exagero, depois é apenas o ShowOff. Liberdade de escolha é condição humana e isto eu não censuro.
Em seguida vem a retórica sobre a eutanásia. Outro mal que as alminhas não perdoam nem entendem porque lhes cobrem o cérebro com balelas de que o sofrimento é a purificação da alma. Ao gosto da Madre Tereza de Calcutá.
Sobre o testamento vital, o parágrafo anterior serve de resposta.
Mas sobre a referência à livre escolha - “cada um escolhe como quer e quando quer morrer (!); neste caso só falta escolher também o modelo de funeral a agência funerária.) Tou doido com esta frase. Doidinho porque sempre vi as pessoas escolherem a agência funerária, informarem-se do tipo de urna, quer no estilo quer na cor e para os menos abonados, escolherem o preço mais baixo. Vi e vejo sepulturas sumptuosas e outras sem telhado porque nem todos têm no bolso a quantia que isso custa.
Também sei de quem em vida pagou e há quem pague ainda hoje, a prestações e a pronto pagamento o seu próprio funeral com escolha do caixão que mais gosta. E esta heim!!!! Serão estas pessoas rotuladas de quê no entender desta senhora que resolveu escrever o artigo de opinião no jornal? Há alguma lei aprovada recentemente ou para aprovar brevemente que aprove ou criminalize a compra antecipada do funeral?
publicado por leituras azedas às 02:01
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